nem era com voce SUA PRESUNÇOSA INTROMETIDA
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OU SEJA.. ARREGOU PRA CENSURA .
Quem são os anarquistas? Nós? Os globalistas querem nos amordaçar o quanto antes! Solução? Uma Nova Ordem Mundial com uma internet controlada, assim como as outras mídias alienadoras… Veja a notícia:
Nicolas Sarkozy alegou a falta de regulação dos riscos online mergulhar o mundo em anarquia.
Em um ataque extraordinário sobre liberdade na internet, o presidente francês disse que os governos devem ser incluídas na regulamentação do mundo virtual.
Ele alegou que os funcionários excluindo tomou ‘o risco de caos democrático e, consequentemente, a anarquia. ”
“Agora que a internet é parte integrante da vida da maioria das pessoas, seria contraditório excluir os governos deste fórum enorme”, disse ele.
Ninguém pode nem deve esquecer que estes governos são os únicos representantes legítimos da vontade do povo em nossas democracias.
“Para esquecer isso é correr o risco de caos democrático e, consequentemente, a anarquia.”
Com todos esses acontecimentos recentes envolvendo sites do governo brasileiro e invasores (segundo a midia), vamos agora dar a voz a eles
outro dia escrevo um post mais digno pois estou ligando varios pontos de diferentes linhas de pensamento que eu tinha
Mais uma bola cheia desse cara sensacional que é o CRISTOVAM BUARQUE. PALMAS E MAIS PALMAS PRA ESSE ÓTIMO POLÍTICO BRASILEIRO…
E OLHA QUE TIVEMOS A CHANCE DE TER ELE COMO PRESIDENTE 2 ELEIÇÕES ATRÁS.
QUE PENA QUE VEIO O LULA, QUE PENA, MAS .. VAMOS LER O
Show do ministro brasileiro de Educação nos Estados Unidos
Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr. Cristovam Buarque:
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada,internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!
Esta matéria ainda não foi publicada no Brasil, por razões óbvias.
Ajude a divulgá-la.
Fonte: Blog Ambientalismo
FAMOSO slogan de uma radio muito popular de são paulo, caiu como uma luva nessa notícia.
ACOMPANHE A MERDA, A FILHAPUTAGEM DO BRASIL E SEUS DONOS.
A Honda lança no México o novo City.
O sedan brasileiro, produzido na fábrica da Honda localizada em Sumaré – SP, chega ao mercado mexicano com apenas duas importantes diferenças: a primeira é a entrega com mais equipamentos desde a versão de entrada e a segunda é o preço equivalente a menos da metade do cobrado no Brasil.
No México, todas as versões são equipadas com freios à disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar condicionado além dos vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo que equipa a versão vendida no Brasil, ou seja, um 1.5 litro que entrega 116 cv de potência.
Por lá, a versão de entrada será oferecida por 197 mil pesos mexicanos, o que equivale a cerca de R$ 25.800. No Brasil, o City LX com câmbio manual (versão de entrada) que não conta com freios ABS, tem preço sugerido de R$ 56.210.
Mesmo lembrando que Brasil e México possuem um acordo comercial que isenta a cobrança de impostos de importação, fica a pergunta: Como é possível um carro fabricado no Brasil ser vendido, com lucro, por menos da metade do preço em outro país?
QUERIA MANDAR UM ABRAÇO PRO JUCELINO K. TUDO ISSO GRAÇAS A ESSE GRANDE ENGANADOR PRESIDENTE.
Imagine que o relógio do forno ou do micro-ondas se adianta todos os dias cerca de 20 minutos. É isso que acontece na cidade de Catania, na Sicília, desde há cerca de uma semana.
Até ao momento ninguém conseguiu explicar o fenómeno. Os investigadores avançam com a hipótese de variações bruscas dos campos eletromagnéticos.
As atenções voltam-se, agora, para o vulcão Etna.
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Isso é o que (eu imaginava) diz esse post de um blog muito bom.
Comentarei e colocarei os creditos depois
A notícia é daquelas importantes, por isso não apareceu nos media.
Scott alvarez, advogado da Federal Reserve (o banco central dos Estados Unidos), num debate com o congressista Ron Paul admitiu que os Dólares emitidos deste 1934 nunca foram suportados pelo ouro.
Dito de outra forma: o valor real da moeda americana é inferior (e de muito) ao valor actualmente reconhecido, porque atrás do Dólar não existe nada.
O facto do Dólar ter sido imprimido em quantidade superior ao ouro mantido nos cofres da Fed não é novidade. Mas agora a novidade é outra: a Fed não tem ouro e desde a década dos anos ’30 emite notas baseadas no ar.
Esta afirmação é ainda mais grave ao considerar o facto do Dólar ter sido reconhecido como moeda de referência internacional desde os acordos de Bretton Woods, em 1944: mas já na altura o Dólar tinha atrás de si o vazio.
Então em 1971, quando o Presidente Nixon acabou com a convertibilidade ouro-Dólar, de facto reconheceu uma situação que já existia: o Dólar não podia ser convertido em ouro simplesmente porque ninguém tinha o ouro com base no qual o dinheiro era imprimido.
Obviamente agora é o tempo das perguntas. E a primeira é: para onde foi o ouro da Federal Reserve?
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