Inri – um celular divino
Waterbird .. wtf?
Isso mesmo, sem motor, sem pedal, e sim, você ‘anda’ na água… “mas como senhor botini’?” facil, fácil para voce que entende de fisica.. e você que não entende, veja o vídeo
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CIA e Google já reconhecem que fazem espionagem conjunta na internet
ultima (espero) da serie google evil ..
As relações sempre existiram, mas agora CIA e Google reconhecem o início de uma colaboração baseada no controle da atividade na Internet, incluindo a espionagem com objetivos repressivos.
A empresa de monitoramento Recorded Future será a encarregada de estudar a informação coletada de maneira massiva na rede, com o objetivo de orientar a evolução futura de acontecimentos que a CIA achar de interesse para o Estado.
Para tal, a Recorded Future possui uma tecnologia “de análise temporal”, que realiza buscas analíticas em milhares de sites – incluindo blog, fontes de notícias online, portais governamentais, banco de dados de finanças e redes sociais – e compila as informações. Uma vez coletados os dados, a ferramenta extrai o quem, o quê, quando, onde e porquê de cada item. Isso inclui dados como entidades, eventos e tempo de duração de determinado evento.
Segundo as informações difundidas por alguns meios de comunicação, com esses dados a ferramenta mede o momento e o sentimento para cada item indexado para conseguir chegar a uma previsão razoável sobre o acontecerá na sequência. Esse processo permitiria que as pessoas explorem o passado, presente e futuro predicado de quase todas as coisas. O produto também oferece ferramentas de visualização para mostrar ligação entre informações e previsões, segundo a companhia.
Recorded Future afirma que faz análises sofisticadas com base na linguística e na estatística, ao serviço do que chamam “segurança nacional”. A CIA é um dos primeiros órgãos a adotarem essa tecnologia, em colaboração com Google.
Empresas de investimento e trading, grupos de monitoramento, relações públicas, gerenciamento de crise e agências de publicidade também estariam já utilizando a Recorded Future, segundo o site da firma.
Sediada na região de Boston, nos Estados Unidos, a Recorded Future conta com apenas 15 funcionários em todo o mundo, segundo a própria empresa, todos com ‘pedigrees’ distintos. Na equipe estão cientistas da computação, estatísticos e linguistas, alguns PhD.
Google já tinha investido capital no projeto a través da Google Ventures, departamento que se encarrega dos investimentos da empresa. Agora volta a fazê-lo só que com um sócio o In-Q-Tel, organismo através do qual a CIA investe em tecnologia.
A relação de trabalho entre os dois procura servir ao objetivo de entender os comportamentos de quem utiliza a Internet, estudá-los e prevê-los.
A Recorde Future afirma que já demonstrou que pode sim fazer previsões, se antecipando a um ataque do Hezzbollaz um mês antes de que o governo de Israel reagisse.
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Tendo como base este último parágrafo, tem-se uma idéia de como esta tecnologia será utilizada no futuro para justificar agressões e intervenções a outros países
Fontes:
Pais da Elite News: CIA e Google já reconhecem que fazem espionagem conjunta na Internet
O CEO do Google quer que você mude de nome
“Eu acho que a sociedade não compreende o que irá acontecer quando tudo estiver gravado e for acessível, por todo mundo, o tempo todo”. Depois de fazer essa observação (perfeitamente sensata) em entrevista ao Wall Street Journal, o CEO do Google, Eric Schmidt, apresentou sua solução: daqui a algumas décadas, toda pessoa terá o direito de mudar legalmente de nome quando fizer 21 anos – para que todas as bobagens que postou, e que ficaram gravadas na internet, não possam mais ser associadas a ela. Segundo a reportagem do WSJ, Schmidt “aparentemente estava falando sério”.
Mais do que maluca, essa ideia é atemorizante – não porque vá ser colocada em prática (não vai), mas porque dá uma ideia da falta de noção e da prepotência com que o Google, ou pelo menos seu CEO, encara a sociedade. Muita gente teme que, no futuro, o Google possa usar seu conhecimento absoluto, sobre tudo e sobre todos, para se transformar numa força opressora. Será? Difícil dizer. Mas há sinais de que algo está mudando.
Primeiro, o Google decidiu usar banners para vigiar a navegação das pessoas na internet – coisa que teria provocado uma violenta discussão entre seus fundadores, Larry Page (supostamente a favor) e Sergey Brin (contra). Depois, o Google se manifestou contra a chamada neutralidade da rede – e anunciou, junto com a operadora de celular Verizon, um projeto que daria às empresas de telecom o poder de sabotar ou censurar sites e serviços que elas não aprovem. Uma medida injusta e absurda – e que o próprio CEO do Google costumava atacar fortemente.
Essa nova cara do Google, mais dura e egoista, tem levantado comparações com a Microsoft dos anos 90 – cujo poder brutal e absoluto acabou despertando a fúria do governo dos EUA, que quase acabou com a empresa. O Google é a nova Microsoft? Alguma coisa pior? Talvez não seja nada disso. Mas, com certeza, já não é o que era.
fonte: http://super.abril.com.br/blogs/rebit/o-ceo-do-google-quer-que-voce-mude-de-nome/











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